A Grécia não pode ser lembrada apenas como berço da democracia e da filosofia. Há também uma história temperada pela boa gastronomia, com raízes na tradição da culinária oriental misturadas a alguns traços ocidentais, adquiridos na época da dominação romana.
1l de leite
casca de 1 limão a gosto
3/4 de xícara de chá de semolina de trigo a gosto
1 colher (sopa) e meia de amido de milho
4 unidades de gemas
1 xícara (chá) e meia de açúcar
essência de baunilha a gosto
1 rolo de massa folhada ou 1,5 kg a gosto
manteiga derretida para pincelar a massa a gosto
200g de açúcar de confeiteiro
canela em pó para polvilhar a gosto
Leve o leite ao fogo para aquecer com a casca de limão. Adicione a semolina e o amido de milho, mexendo sem parar com uma colher de pau. À parte, bata bem as gemas com o açúcar e algumas gotas de essência de baunilha. Aos poucos, derrame essa mistura na panela sem parar de mexer para não empelotar. Mexa até engrossar. Retire do fogo, elimine a casca do limão e deixe esfriar, mexendo de vez em quando para não formar película sobre o creme.
Abra a massa folhada diretamente sobre uma fôrma refratária média untada, criando uma espécie de bandeja, deixando abas de massa nas laterais. Espalhe o creme e dobre as laterais sobre o recheio, sobrepondo as duas abas maiores. Pincele a superfície com um pouco de manteiga derretida e leve ao forno médio, preaquecido, por cerca de 40 minutos.
Ao retirar do forno, polvilhe com o açúcar de confeiteiro, usando uma peneira fina. Corte a torta em pedaços sem retirar da fôrma e polvilhe com a canela em pó. Sirva quente, de preferência.